Os 4 Pilares da Transformação Digital das Empresas 

A transformação digital é um tema que já está na mira de diversas empresas, sem dúvida que a pandemia de Covid-19 só veio acelerar a adopção de novas tecnologias, que permitem novas formas de comunicar, trabalhar, cooperar e interagir com clientes.

Na presente realidade empresarial, existe uma constante necessidade de adaptação dos modelos de negócio à exigência da sua presença no digital. Estar presente nos meios digitais é condição, não apenas para assegurar a competitividade das empresas, mas também para assegurar a sua sobrevivência e crescimento nos mercados onde operam. 

Na verdade, segundo um estudo realizado pela Eurostat, no presente ano de 2022, 79% do tecido empresarial português continua na cauda da digitalização, sendo que 47% dessas mesmas empresas apresentam muito baixa intensidade digital e 32% apresentam baixa intensidade digital.

Tendo em conta estas informações, as organizações que ainda não implementaram uma estratégia de transformação digital, deverão gerir esse risco de forma cautelosa, avaliando sempre qual o impacto dessa inação, no crescimento da empresa. 

4 Pilares da Transformação Digital

O processo de transformação digital deve ser precedida de uma mudança na cultura de qualquer organização, devendo ser liderada pela gestão de topo e transversal aos valores da empresa.

E por esta forma, a mesma deve ser assente em 4 pilares da organização:

  • Pessoas
  • Processos
  • Tecnologia
  • Local de trabalho 

Pessoas

As pessoas são sem a menor das dúvidas, o  ativo mais valioso de qualquer organização, sendo os responsáveis diretos pelo sucesso de qualquer transformação que as mesmas queiram empreender. A introdução de novos métodos de trabalho, assim como quaisquer avanços tecnológicos, nunca se concretizaram de uma forma eficaz, se os recursos humanos não forem tidos em consideração. 

É fundamental capacitar os colaboradores de qualquer organização, com ferramentas e conhecimentos na área das tecnologias de informação, de forma a garantir o sucesso de uma transformação digital. Os clientes das empresas, também passaram a adotar uma nova postura, que se no passado era passiva, no presente passou a ser altamente interactiva, influenciando a notoriedade e posicionamento das empresas no mercado.

Existe assim uma nova tendência, o Crowdsourcing, que orienta os processos de decisão com base nos dados obtidos pela experiência colectiva, quer dos colaboradores, quer dos parceiros ou dos clientes.

Processos

A optimização dos processos internos nunca foi tão importante, como no contexto da transformação digital, dado a necessidade da existência de uma maior agilidade, inovação e interactividade dos mesmos. 

Um processo para ser bem sucedido, deverá unir a automatização das informações, com foco num plano de crescimento sustentável da organização, proporcionando em tempo real uma avaliação precisa do desempenho atual, estimado e desejado para a empresa. 

Com a transformação digital, as empresas obtêm um aumento de eficiência operacional na ordem dos 40%, uma entrada mais rápida em novos mercados e ainda um aumento significativo na habilidade de alcançar as expectativas dos seus clientes. 

Tecnologia

A tecnologia é uma grande aliada de qualquer empresa, aquando do processo de digitalização, impactando tanto a relação com os seus clientes, como a optimização dos seus processos internos. 

No entanto é fundamental analisar qual será o impacto da integração destas novas tecnologias, ao serem inseridas na arquitetura da organização, qual o impacto operacional nos sistemas antigos, que serão alterados ou mesmo substituídos e como este novo equilíbrio poderá contribuir para o desenvolvimento de toda a organização.

Para liderar este pilar da transformação digital e definir KPIs de controlo, é recomendado que este papel seja atribuído a um Chief Information Officer (CIO) ou a um Chief Technology Officer (CTO).

Local de trabalho

Os locais de trabalho, por sua vez também se alteram, aquando da transformação digital nas empresas, dado que os novos processos descentralizados obrigam a um aumento da mobilidade.

Basta olharmos como inúmeras empresas tiveram que se adaptar aos tempos de confinamento da pandemia, de repente viram-se forçadas a fornecerem aos seus colaboradores, meios para que continuassem a desempenhar corretamente as suas funções, através dos seus lares. 

Claro que esta nova realidade trouxe com ela enormes desafios, como a crescente necessidade de reforçar a segurança informática, para passar a abranger um perímetro superior ao do habitual local de trabalho.

Promover locais de trabalho “smart & safe”, será assim uma preocupação real dos recursos humanos, de forma a potenciar a mobilidade do trabalho, totalmente integrado numa plataforma de acesso seguro, que permita aos colaboradores de uma empresa, trabalharem de forma segura e protegida contra ciberataques, estejam eles em que local estiverem.  

É aconselhável que as organizações façam uma avaliação independente, às suas políticas de segurança, antes de iniciarem qualquer processo de transformação digital nos seus locais de trabalho, de forma a garantirem que estão devidamente preparados para os desafios de segurança que irão enfrentar nesta nova realidade. 

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